Desdobramento da Operação Calvário, a ação penal 982 deverá entrar na pauta de julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no próximo dia 15 deste mês. Mas é preciso fazer uma ressalva: o caso não irá para julgamento do mérito, mas sim para análise de um agravo interno proposto pela defesa do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).
A ação tem como alvos, além do ex-governador, o conselheiro afastado do TCE, Arthur Cunha Lima; o filho dele, Arthur Cunha Lima Filho; Diogo Maia da Silva Mariz; o ex-procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro; e o empresário Daniel Gomes.
O relator do processo é o ministro Francisco Falcão.
No agravo a defesa de Coutinho pede, entre outras coisas, acesso integral à delação da ex-secretária de Administração do Estado, Livânia Farias.
O caso
A denúncia está delimitada a fatos relacionados a uma suposta prática de corrupção e lavagem de capitais envolvendo o julgamento no TCE/PB dos processos de Tomada de Contas (TC nº 437/12 e nº TC 7351/12), de interesse da Organização Social Cruz Vermelha Brasileira – Filial Rio Grande do Sul (CVB/RS) e de relatoria do Conselheiro Arthur Cunha Lima.
Este processo não trata de outros assuntos delituosos envolvendo a organização criminosa supostamente instalada no Governo do Estado da Paraíba.
Jornal PB
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