O vereador de Campina Grande Pimentel Filho (PSD), em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta quarta-feira (12), voltou a criticar a gestão do prefeito Bruno Cunha Lima. O parlamentar emitiu um ofício para que o secretário da Saúde, Dunga Júnior, preste esclarecimentos em uma audiência na Câmara dos Vereadores de Campina Grande, Casa de Felix Araújo.

“Se não fosse o Hospital de Trauma e o Hospital das Clínicas, Campina Grande estaria em uma situação difícil de saúde. Então, a gente vai convidar o secretário de Saúde para, inclusive nos colocar à disposição como vereador de oposição para poder saber como podemos ajudar a prefeitura nessa situação”, disse Pimentel Filho.

Na última sexta-feira (7), parte do salário de janeiro foi pago aos servidores efetivos após quase um mês de atraso, mas houve cortes nos valores, situação que fez os servidores aprovaram um indicativo de greve a partir de quarta-feira (12), caso a situação não seja regularizada. Além dos trabalhadores, diversas denúncias de fornecedores dão conta de ‘calote’ em empresas e terceirizados.


Trabalhadores da Saúde ameaçam entrar em greve
Após mais de 7 mil trabalhadores terem salários atrasados e descontados, uma mobilização grevista está prevista para ocorrer em Campina Grande, nesta quarta-feira (12). Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (11), a vereadora Jô Oliveira, disse que a situação da falta de pagamento se arrasta desde de novembro e que falta diálogo por parte dos gestores, prefeito e secretário.
“Desde novembro que a gente vem enfrentando atrasos nos pagamentos….agora, de fato, o indicativo é de greve, infelizmente com a interrupção de serviços”, disse.

Além dos trabalhadores, diversas denúncias de fornecedores dão conta de ‘calote’ em empresas e terceirizados. Em uma mobilização, a sindicalista Maria da Paz, relatou que os profissionais estão sem receber e não há previsão de solução para o caso, devido a falta de diálogo. “Se não pagar os salários, vai ter greve sim. São médicos, enfermeiros, odontólogos, entre outros profissionais que não estão sendo respeitados”, desabafou.
“É de uma desorganização fiscal que Campina Grande não merece. Ao contrário, a cidade precisa que as gestões acompanhem a pujança que possui. Uma vitrine política para a liderança dos nossos estados que não serve de exemplo”, destacou o jornalista Luís Torres.

Na última sexta-feira (7), parte do salário de janeiro foi paga aos servidores efetivos com uma semana de atraso, mas houve cortes nos valores, situação que fez os servidores aprovaram um indicativo de greve a partir de quarta-feira (12), caso a situação não seja regularizada.
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