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Câmara dos Deputados aprova louvor a Gilvan de Brito por Biografia de Vandré

Câmara dos Deputados aprova louvor a Gilvan de Brito por Biografia de Vandré

27/07/2021 20h18 Atualizada há 2 meses
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Por: Gilberto Martins Fonte: tvsabugi
Câmara dos Deputados aprova louvor a Gilvan de Brito por Biografia de Vandré
A Câmara dos Deputados aprovou, na última semana, “Voto de Louvor” ao jornalista e escritor Gilvan de Brito, pelo lançamento nos dias 6 e 8 de outubro em João Pessoa (livraria Leitura) e Campina Grande (livraria Nobel), do livro biográfico “Não me chamem Vandré”, editado pela PATMOS, apresentado pelo deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB). Na sua justificativa o parlamentar destaca que “O Livro abrange desde a infância do personagem, passando pela sua juventude, a transferência para o Rio de Janeiro e os populares e polêmicos festivais de música do cantor e compositor, autor de “Para não dizer que não falei das flores”.
Registra que Geraldo Vandré se constituiu numa das figuras mais emblemáticas da música popular brasileira desde os festivais dos anos 1960, no Rio de Janeiro e São Paulo, e por conta de uma história cercada de enigmas que o levou ao auto-exílio durante a ditadura, quando abandonou o nome artístico e voltou a ser Geraldo Pedrosa de Araújo Dias. Lembra ainda que o compositor, “que completou 80 anos no mês passado, concede raríssimas entrevistas e praticamente não aparece publicamente.”
Responsável pela Editora Patmos, o jornalista, Carlos Roberto de Oliveira, está programando um lançamento do livro “Não me chamem Vandré”, no espaço cultural “Zumbi dos Palmares”, da Câmara dos Deputados, em Brasília, na data da entrega da moção de Louvor ao jornalista e escritor Gilvan de Brito, que já ocupou o mesmo local, quando lançou, na sede daquele Poder Legislativo Nacional, outro livro: “Raimundo Onofre, O Amigo do Rei”, por iniciativa do então senador Efraim Morais, anos atrás. Nessa oportunidade o livro “Não me chamem Vandré” poderá ser, também, lançado no Rio de Janeiro e em São Paulo.
O DOCUMENTO
CÂMARA DOS DEPUTADOS
REQUERIMENTO Nº 3290-2015.
(Do Sr. Rômulo Gouveia)
Requer a apresentação de Voto de Louvor ao jornalista paraibano Gilvan de Brito, pelo lançamento da Biografia de Geraldo Vandré, “Não me chamem Vandré”.
Senhor Presidente:
Requeiro a Vossa Excelência, nos termos do art. 117, inciso XIX, § 3º do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que se digne a registrar nos Anais desta Casa e publicado nos órgãos de Comunicação do Congresso Nacional, Voto de Louvor ao jornalista paraibano Gilvan de Brito, pelo lançamento da Biografia de Geraldo Vandré, “Não me chamem Vandré”.
JUSTIFICATIVA
O jornalista e escritor paraibano Gilvan de Brito escreveu “Não Me Chamem Vandré”, que foi lançado no último dia 06 de outubro em João Pessoa. O Livro abrange desde a infância do personagem, passando pela sua juventude, a transferência para o Rio de Janeiro e os populares e polêmicos festivais de música do cantor e compositor, autor de ‘Para não dizer que não falei das flores’.
Uma das figuras mais emblemáticas da música brasileira nos anos 1960, Geraldo Vandré tem uma história cercada de enigmas. O compositor, que completou 80 anos no mês passado, concede raríssimas entrevistas e praticamente não aparece publicamente.
CÂMARA DOS DEPUTADOS
Em um apanhado, que vai desde a infância até os dias atuais, Gilvan narra os acontecimentos de forma cronológica, com alguns acréscimos pontuais nos últimos capítulos – a exemplo de uma entrevista do jornalista Wellington Farias com Vandré e Zé Ramalho, concedida logo após seu retorno do exílio.
O escritor não falou com Vandré: para basear seu livro, ele contou com escritos que guarda desde a década de 1960 e entrevistas publicadas na imprensa desde então. Antes mesmo de se tornar jornalista, acompanhava os feitos de Vandré no Rio e buscava mais informações. Quando passou a trabalhar em redação, teve mais acesso a fontes, entrevistas e documentos, que o ajudaram a fundamentar seu livro.
O escritor narra a juventude de Vandré, que viveu em João Pessoa até os 16 anos, filho de José Vandregíselo, que chegou a ser candidato a deputado e a governador do estado, mas não era envolvido com nenhum movimento político, apesar de ser uma pessoa muito inteligente e preocupada com questões sociais.
O livro aborda ainda sua transferência para o Rio de Janeiro, os populares e polêmicos festivais de música, a Ditadura Militar, o auto-exílio no Chile e Europa e o seu retorno ao país, onde abandonou a abreviatura do sobrenome do pai, Vandregísilo, e voltou a ser Geraldo Pedrosa de Araújo Dias.
Dentre os capítulos de “Não me Chamem Vandré”, o autor apresenta artistas falando sobre Vandré, lista sua discografia e composições, além de organizar cronologicamente uma seção de imagens.
Sala de Sessões, em 27/10/2015
RÔMULO GOUVEIA
Deputado Federal
PSD/PB