O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, saiu em defesa de novas medidas, no que ele chama de ‘isolamento social inteligente’, ao invés de lockdown. O médico paraibano afirmou que o fechamento total deve ser uma “última medida” e que mesmo assim ainda tem dúvidas sobre sua efetividade.
Entre as ações, Marcelo Queiroga propõe a elaboração de um regulamento para empresas adotarem protocolos de distanciamento social inteligente, flexibilização de horários e, assim, não pararem durante a suas atividades durante a pandemia. “Máscara, muita máscara”, disse ele ao defender o protocolo de flexibilização.
O ministro da Saúde falou também sobre os atrasos nos cronogramas de vacinas, afirmando que o ministério não quer se eximir disso, mas que é “responsabilidade dos contratados, porque não é o ministério que faz a vacina”.
Na última quinta-feira (1°) o balanço da vacinação contra covid-19 no Brasil apontou que 963.429 pessoas receberam a primeira dose do imunizante. Outras 131.933, a segunda, totalizando 1.095.362 vacinas aplicadas em 24 horas. Essa foi a primeira vez que o país atingiu a marca de 1 milhão de imunizados por dia, números defendidos pelo ministro desde o inicio da gestão frente a pasta.
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