No conceito das nações e em um cenário histórico de marginalização social, discriminação, autoritarismo e amplo preconceito, na América Latina e no Caribe, os números sobre fome e vulnerabilidade social são altos, apesar de oscilações recentes. Relatórios da ONU (Organização das Nações Unidas), indicam um cenário complexo: Fome (Insegurança Alimentar Grave) cujo os Relatórios de 2023 apontaram que cerca de 43,2 milhões de pessoas sofriam de fome na região. Dados de 2021 chegaram a mencionar até 60 milhões em momentos mais agudos, com cerca de 267 milhões enfrentando algum nível de insegurança alimentar (moderada a grave). No final de 2024 e início de 2025, estimativas indicaram uma redução na insegurança alimentar para cerca de 187,6 milhões de pessoas (variando de leve a grave), mostrando uma queda, mas mantendo um patamar ainda elevado. No final de 2024, os indicadores apontavam que 170 milhões de latino-americanos viviam na pobreza, dos quais 66 milhões estavam em situação de miséria (extrema pobreza). A informalidade é um dos maiores fatores de exploração, atingindo cerca de 55% dos trabalhadores na América Latina. Além disso, cerca de 4,3 milhões de refugiados e migrantes venezuelanos na região carecem de serviços básicos, alimentação e emprego formal. A fome atinge desproporcionalmente as mulheres na região, com índices superiores aos dos homens (42% contra 32% em estudos recentes). No Brasil, em 2024, a fome atingiu cerca de 6,4 milhões de pessoas (3,2% da população), um nível menor que em anos anteriores, mas ainda representativo. A alta nos índices de insegurança alimentar é impulsionada por desigualdade, pobreza, efeitos da pandemia de COVID-19, conflitos armados e, cada vez mais, eventos climáticos extremos.
Refletindo a instabilidade econômica e a vulnerabilidade da região, os números variam entre estudos da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), que é uma agência especializada, criada em 1945, que lidera esforços internacionais para erradicar a fome, insegurança alimentar e desnutrição, com sede em Roma, na Itália, e que fornece assistência técnica, dados sobre agricultura e promove sustentabilidade. E da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), que também é um órgão da ONU (Organização das Nações Unidas) fundada em 1948 para fomentar o desenvolvimento econômico e social na região, sediada em Santiago, no Chile, que realiza pesquisas, estudos e oferece assessoria técnica para promover a cooperação, o combate à desigualdade e a sustentabilidade. Há muito que ser feito, notadamente pelos países ricos, para reduzir a desigualdade econômica e a vulnerabilidade social na região, de modo que tenhamos a contenção dessas chagas que não traz dignidade nenhuma para quem quer que seja.
Dr. Anísio Marinho Neto
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