O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), desembargador Oswaldo Trigueiro, descartou a prescrição da Calvário e Território Livre e anunciou a montagem de uma força-tarefa para agilizar os processos das operações que investigam casos de corrupção no âmbito político paraibano. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (22), o magistrado disse que “já se passou muito tempo. Então a gente tem que correr.”

“Chegamos a uma situação que é incômoda porque não temos estrutura, mas a gente não pode dar mais essa desculpa. A gente precisa se estruturar. A gente deslocou e eu estou fazendo uma ‘rearrumação’ sob o ponto de vista de estrutura de assessorias para os relatores e para o primeiro grau que atua com esses crimes. A gente tem uma estrutura de assessoria muito boa, não somente sob o ponto de vista da qualificação, mas do ponto de vista de incentivo remuneratório de outros incentivos porque isso aumenta a produtividade”, declarou o presidente do TRE-PB, como apurado.

Oswaldo Trigueiro destacou o impasse que houve sobre a competência a quem cabe julgar os processos da Operação Calvário e lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu que cabe à Justiça Eleitoral.
Força-tarefa
O desembargador disse que está montando uma força-tarefa com assessorias criminais especializadas.
“A gente vai ter uma força-tarefa para que eles possam ter a estrutura. Tanto para o primeiro quanto para o segundo grau eu estou estruturando assessorias próprias qualificadas no ambiente criminal. Se precisar, a gente estará em tratativas para trazer pessoas já com ‘expertise’. Eu não posso mais pegar o meu pessoal e começar a prepará-los. Veja quanto tempo eu vou perder. Então eu tenho que trazer essas pessoas, isso é muito importante”, pontuou.

“Eu vou dar um exemplo rápido: eu tinha dez cargos de assessoria com funções gratificadas para a presidência e está se abrindo mão disso tudo para pegar e reverter isso para a área criminal”, acrescentou.
Sem prescrição
O presidente do TRE-PB disse que vai o Tribunal vai trabalhar nos processos da Calvário e Território Livre e que a população cobra solução dos casos.
“Vamos trabalhar. Algumas pessoas nos cobram. Na minha posse, teve um cidadão que ‘peitou’ e disse ‘e aí? [Operação] Calvário vai andar? A Operação Território Livre vai ficar por isso mesmo?”, relatou.

“É a nossa responsabilidade. Vamos parar com essa coisa de ‘ah, mas não está tipificado’. Não, o Supremo já decidiu e é nosso [da Justiça Eleitoral]. Então vamos em frente, vamos trabalhar”, concluiu o desembargador.
Fonte: ClickPB - tvsabugi
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