Em um momento da entrevista, o parlamentar que é conhecido pelo seu bom humor responde de maneira irreverente e diz que nem é carne, nem peixe sobre os impasses. "Vou votar as vezes com o governo e outras contra. As vezes, nem vai me beneficiar diretamente, mas vai beneficiar uma quantidade maior, então eu tenho que estar a favor. Eu consigo nem ser carne, nem ser peixe, eu sou frango. Então dá ótimo, todo mundo come", disse.
Sua passagem pela Câmara, nesses quase dois meses na titularidade do mandato tem sido uma experiência desafiadora. Segundo Rafafá, com a proximidade das articulações políticas para as eleições do ano que vem, os parlamentares só olham para si. Mesmo com a decepção com parte da bancada, ele destaca que já conseguiu recursos para municípios como: Campina Grande, Guarabira, Boa Vista, Esperança, Barra de Santana, Cabaceiras e Sapé. "Nos quase dois meses que me restam, ainda buscarei benefícios para outros municípios de nosso Estado. Quando se quer, muita coisa pode ser feita!", disse.
Confira o vídeo com a dica do parlamentar de como se sobressair em meio aos extremismos
O deputado federal Rafafá, foi um dos responsáveis por apaziguar a confusão na Comissão da Câmara que discutia sobre a liberação da cannabis para uso medicinal no Brasil. Após duas sessões para tentar votar o parecer, que acabaram adiadas após intenso bate-boca entre deputados, a exemplo da última de 18 de maio, em que o deputado Diego Garcia (Podemos-PR) partiu para cima do presidente do grupo, Paulo Teixeira (PT-SP), e precisou ser contido pelos colegas, a comissão tenta votar cultivo legal de cannabis mais uma vez nesta terça-feira (8). A comissão tem reunião prevista para as 9h desta terça-feira.
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Pela terceira vez, a comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta sobre a legalização do cultivo da Cannabis sativa no Brasil exclusivamente para fins medicinais, veterinários, científicos e industriais (PL 399/15) se reúne nesta terça-feira (8), às 9 horas, no plenário 7, para tentar novamente votar o parecer do relator.
Após embates e até agressão física entre membros, a comissão tenta votar cultivo legal mais uma vez. Com opiniões divididas, uma parte dos deputados apoia o uso medicinal do canabidiol, derivado da Cannabis, mas são contra o cultivo da planta no País. Outros ainda avaliam que o cultivo no Brasil deve baixar custos e favorecer os pacientes de doenças graves. Já outros afirmam que a proposta vai possibilitar a ampliação do uso da maconha.
No último dia 18, o presidente do colegiado, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), acatou pedido do relator, deputado Luciano Ducci (PSB-PR), e adiou a votação, após agressões que resultaram em empurram e até soco por parte da oposição e os parlamentares que defendem o uso medicinal.
Até então o relatório de Ducci permitia o cultivo da Cannabis apenas por pessoas jurídicas (empresas, associações de pacientes ou organizações não governamentais). Não havia previsão para o plantio individual e seguiam proibidos cigarros, chás e outros derivados da planta.
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