O secretário de Estado da Paraíba, Geraldo Medeiros, comentou em entrevista nesta sexta-feira (14), que a flexibilização das medidas de segurança adotadas por algumas cidades, contrárias ao decreto estadual, acarretaram no aumento de casos e mortes por covid-19.
“Aqueles que não obedeceram às orientações da SES e flexibilizaram mais estão tendo os resultados agora. Esperança, Campina Grande e várias outras cidades que não seguiram o decreto estadual registraram aumento nos números de casos e óbitos”, disse em entrevista a uma emissora de TV de João Pessoa.
O secretário pediu que os prefeitos, vigilância municipais e secretários sigam o decreto estadual e obedeçam as orientações. 
A Prefeitura de Campina Grande deve publicar nesta sexta-feira (14) um novo decreto, com vigência de 15 dias, trazendo medidas mais restritivas para evitar a propagação da covid-19 no município. A decisão ocorre devido ao aumento dos casos de covid-19 na cidade e foi anunciada após reunião entre o prefeito Bruno Cunha Lima e parte de sua equipe de secretários e auxiliares diretos, realizada nessa quinta-feira (13).
Com um viés de alta no número de internamentos, o Complexo Hospitalar Municipal Pedro I está com 68% dos leitos de UTI e 60% de enfermaria, ocupados.
Geraldo Medeiros destacou que provavelmente vai receber vacinas da AstraZeneca e Pfizer também deve chegar neste fim de semana e há previsão que tenha um maior registro dessas vacinas ao longo de maio e junho.
“Amanhã [sábado, 15] vamos receber novas doses da Coronavac, esperamos um quantitativo que permita regularizar a situação da segunda dose dessa vacina. Enquanto isso, a primeira dose será aplicada apenas com AstraZeneca e Pfizer, até que o Butantan volte a produzir novas doses, paralisada por falta de envio de IFA da China. Provavelmente teremos uma parada de 20 a 30 dias sem Coronavac”, disse.
Uma das reclamações de Campina Grande é em relação ao quantitativo de doses distribuídas, o secretário afirmou que o Plano Nacional de Imunização (PNI) é quem determina o quantitativo para cada município. “Campina Grande quando foi analisada não existia o Hospital das Clínicas, com uma série de trabalhadores não foram incluídos. A prefeitura se quiser pode acionar o Governo Federal, através do PNI que apresenta algumas falhas, mas esse é o norte do governo do Estado”, disse.
Com 100% da rede ocupada no município de Patos, o secretário explicou que há uma rede de hospitais para atender às demandas. “O Hospital Regional de Patos tem 28 leitos de UTI, está com a ocupação elevada e assim que estiver na sua totalidade teremos que recorrer ao Hospital das Clínicas, em Campina Grande, aos hospitais de Piancó, Pombal e Cajazeiras. Nossa rede vai absorver esses pacientes”, destacou.
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