O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, deverá ser afastado do cargo após pedido do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ). O órgão pediu afastamento imediato do diretor por 90 dias.
O pedido foi feito sob justificativa de que Silvinei teria usado seu cargo de forma indevida para beneficiar a candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o documento, houve a "intenção clara" de promover "verdadeira propaganda político-partidária e promoção pessoal de autoridade com fins eleitorais".
Segundo a avaliação do procurador Eduardo Benoses, as entrevistas e discursos do chefe da Polícia Rodoviária Federal associaram a imagem dele à "instituição PRF" e ao presidente durante o período de eleições. A ação também cita o uso de "símbolos" e da imagem da corporação para favorecer a campanha bolsonarista.
O pedido foi feito sob justificativa de que Silvinei teria usado seu cargo de forma indevida para beneficiar a candidatura do presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o documento, houve a "intenção clara" de promover "verdadeira propaganda político-partidária e promoção pessoal de autoridade com fins eleitorais".
Segundo a avaliação do procurador Eduardo Benoses, as entrevistas e discursos do chefe da Polícia Rodoviária Federal associaram a imagem dele à "instituição PRF" e ao presidente durante o período de eleições. A ação também cita o uso de "símbolos" e da imagem da corporação para favorecer a campanha bolsonarista.
"Os sucessivos atos praticados pelo requerido, sobretudo o pedido de 'Vote 22 — Bolsonaro Presidente' na véspera do segundo turno da eleição, para além de configurar ilícito eleitoral, importa no reconhecimento do uso ilícito do mais importante cargo da hierarquia da Polícia Rodoviária Federal, para favorecer determinado candidato, violando de morte os princípios da legalidade, da impessoalidade e da moralidade", diz um trecho da ação de improbidade administrativa por suposta violação dos princípios da legalidade e da impessoalidade.
No segundo turno das eleições, a PRF abordou alguns veículos, mesmo após a Justiça Eleitoral proibir operações relacionadas ao transporte de eleitores. O ato levou o Ministério Público Federal a abrir uma investigação para apurar a conduta de Vasques.
O inquérito também irá analisar se houve demora deliberada para desmobilizar os protestos bolsonaristas nas rodovias que bloquearam as estradas federais após a derrota de Jair Bolsonaro.
A Agência Estado entrou em contato com a corporação em busca de um posicionamento do diretor-geral e ainda aguardava resposta até a publicação deste texto.
Correio Braziliense
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