O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB-SP), coordenará o gabinete de transição até a posse do novo governo. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (1º/11) pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que também integrará o núcleo de comando da equipe, juntamente com o coordenador do programa de governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Aloísio Mercadante. Gleisi já conversou com o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), que, segundo ela, vai participar do processo de transição pela parte do governo que deixará o poder em janeiro do ano que vem.
A passagem de bastão de um governo para outro está prevista em lei de 2002 regulamentada por um decreto presidencial de 2010, que elencam as regras para que o time do presidente eleito possa ter acesso a informações do governo que se despede e as condições de trabalho para funcionar, como espaços físicos e estrutura de comunicação.
Paralelamente, o presidente eleito já está escalando interlocutores para conversar com lideranças no Congresso, a começar pelos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), visando à construção de uma pauta mínima de consenso que possa ser aprovada com rapidez nas primeiras semanas da nova Legislatura, cuja prioridade é a adequação do Orçamento do ano que vem às demandas do governo eleito.
Apesar do ok de Ciro Nogueira, o Palácio do Planalto ainda não deu nenhuma informação oficial sobre a instalação do gabinete de transição, que depende de um ato formal do Executivo para ser criado e começar a funcionar. A direção do PT já encaminhou pedido para utilização do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, a poucos quilômetros do Palácio do Planalto, para sediar o governo de transição.
Pela lei, a equipe de transição “tem por objetivo inteirar-se do funcionamento dos órgãos e entidades que compõem a Administração Pública federal e preparar os atos de iniciativa do novo presidente da República, a serem editados imediatamente após a posse”, entre outras prerrogativas. O livre acesso aos dados do governo, incluindo os considerados sensíveis, estratégicos e sigilosos, também estão assegurados na lei, com obrigação de “manter sigilo dos dados e informações confidenciais a que tiverem acesso, sob pena de responsabilização”.
tvsabugi
Eduardo condenado STF condena Eduardo Bolsonaro a inelegibilidade e a 4 anos de prisão
Aguinaldo é cotado Aguinaldo Ribeiro é um dos nomes do PP cotados para vaga de ministro no TCU
Renovação automática Lula sanciona lei que garante renovação automática da CNH
Fundo Partidário Saiba quanto cada partido vai receber do total do Fundo Especial de Campanha estabelecido pelo Congresso Nacional
Possíveis prejuizos Lula pede a Durigan que avalie possíveis prejuízos de medidas dos EUA
Fim da Escala 6 x1 Fim da escala 6x1: relator propõe que um dia de folga seja no domingo Mín. 22° Máx. 31°
Mín. 19° Máx. 32°
Tempo limpoMín. 17° Máx. 33°
Tempo limpo