O secretário de Estado da Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, comentou que a Paraíba vive um momento de diminuição de casos e mortes causadas pela covid-19, mas que esse declínio deve ser interrompido daqui há 7 ou 10 dias devido às aglomerações que aconteceram durante o Carnaval.
“Tivemos 77 mil casos em fevereiro e 376 mortes. A pandemia ainda não acabou precisamos manter os cuidados, uso de máscara, distanciamento físico e evitar aglomerações que ocorreram nesses dias de Carnaval. Mesmo com suspensão de pontos facultativos ocorreram várias aglomerações. Teremos uma parada nesse declínio daqui há 7 a 10 dias e depois voltarão a cair o número de casos novos diários”, afirmou em entrevista.

Medeiros apontou que o espaço de tempo entre contaminação e sintomas na ômicron é menor, na faixa de 7 a 10 dias e por isso se projeta esse tempo para a parada no declínio de casos. Logo depois sendo reiniciada a diminuição de novas contaminações e, felizmente, de mortos.
O secretário citou um trabalho acadêmico publicado por docentes do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), que aponta que houve uma diminuição de 96% das mortes a partir do momento que as pessoas se destinaram a se vacinar. “A Paraíba é o terceiro estado do Brasil que mais vacinou, são 82% [da população] com duas doses. Estamos distribuindo mais 150 mil doses para crianças de 6 a 11 anos e teremos 90% das crianças vacinas se a população aderir à vacinação. Convoco todos para chegar ao primeiro lugar do Brasil como estado que mais vacina a sua população”, disse.
Geraldo Medeiros também destacou que as estatísticas são irrefutáveis e comprovam a importância de se vacinar. “Hoje avaliamos o Hospital das Clínicas de Campina Grande no qual 70% dos que evoluíram para óbito são as pessoas que não se vacinaram ou não completaram seu ciclo vacinal e a população de idosos acima de 70 anos, com doenças associadas”, explicou.
O gestor da saúde lembrou ainda que a pandemia ainda não acabou que é necessário manter o uso de máscara. “Se uma pessoa está com máscara e o outro também, a possibilidade de se contaminar é de menos de 1%. Ainda não é o momento para grandes aglomerações, as pessoas podem levar uma vida normal desde que não se aglomerem em demasia”, arrematou.

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