Na madrugada desta quinta-feira (24) a Rússia deu início a uma operação militar de ataque à Ucrânia. O mundo acompanha o conflito com alerta, temendo pelos riscos a civis e o impacto econômico que pode ser causado pela movimentação na Europa.
Há quem acredite que um embate capaz de movimentar o interesse de diversos países do globo possa ser um indício de uma Terceira Guerra Mundial. Apesar dos rumores, há, ao redor do globo, uma resistência enorme a qualquer tipo de tendência nesse sentido, fazendo com que o principal impacto do conflito em países distantes seja de viés monetário.

Os mercados financeiros já sentiram a elevação da tensão global. Na Rússia, as operações chegaram a ser interrompidas, com o intuito de evitar perdas acentuadas, mas foram retomadas e encolhem, agora, entre 30% e 40%.
Apesar do susto, em momentos de tensão global a tendência é uma dolarização dos investimentos, devido a uma solidez da economia americana.
Mas, afinal, quais os maiores riscos econômicos do maior conflito atual?
O Laboratório de Inteligência Artificial e Macroeconomia Computacional da Universidade Federal da Paraíba (Labimec) levantou alguns desafios causados pela disputa bélica.

Conforme os especialistas, o conflito envolve a Rússia, a Ucrânia e, consequentemente, os Estados Unidos. As medidas podem durar meses e afetar o mercado de ações pelo mundo.
O embate pode afetar a cotação de commodities primordiais para o mercado brasileiro, como gás, petróleo e energia.
É importante ressaltar que, diretamente, o Brasil não tem negociações amplas com a Ucrânia ou com a Rússia, mas as variações de ofertas podem causar oscilações no preço de produtos por aqui.
Com uma invasão que perdure o preço do petróleo pode sofrer aumentos, isso ocasionaria num incentivo a Petrobrás. Nesse sentido, o risco não é apenas para o custo do combustível. Um sobrepreço no petróleo causa danos em cadeia, afetando a indústria, o agronegócio, a circulação interna de produtos e, com isso, acelera a subida de preço nas prateleiras, elevando a inflação e a taxa de juros.
Desequilíbrio agrícola
Conforme os dados levantados pelo Labimec, em 2021, 60% do que foi exportado da Rússia ao Brasil corresponde a aditivos agrícolas. No país, 30% dos fertilizantes importados vêm da Rússia. Desse modo, um impacto para a produção brasileira viria com o tempo, caso a invasão e o conflito permaneça e haja sanções.

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